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Mostrando postagens com marcador Tamron SP AF 17-50mm f/2.8 XR Di-II VC LD Aspherical (IF) Lens. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Bariloche via Câmera - Parte 1

Como mencionado no post anterior sobre fotografias feitas com o celular em Bariloche (aqui), acabei fazendo muito menos fotos com a câmera do que imaginei. Durante as poucas oportunidades em que estive com a câmera nas mãos, aproveitei para fazer algumas fotos e testes. Muitas das paisagens estavam impossíveis de se captar com simples exposição devido à intensidade do sol iluminando o céu em contraste com a tonalidade mais escura das montanhas e sua vegetação. Neste sentido, o filtro de densidade graduada veio bem a calhar. Um fator que atrapalhava muito também era a claridade: o sol refletido na neve impossibilitava conferir a foto no lcd da câmera - quem sabe usar bem o histograma certamente se sai bem melhor nessas horas. Assim, resolvi tirar algumas fotos em dupla exposição e outras com bracketing para 3 exposições. Resta agora aprender a mesclar as camadas para transformá-las em uma foto resultante da combinação de diferentes exposições. Essas ficarão para posts futuros.

Tirei uma boa quantidade de fotos, algumas boas, outras nem tanto.  Selecionei quatro fotos de exposição simples das quais, se não me engano, a segunda e a terceira foram tiradas com o filtro de densidade graduada à frente da lente. O filtro utilizado foi um Cokin P 121S, que era o que provia maior diferença de stop entre os 3 que vieram no kit.

17mm, ISO100, f/8, 1/200s

 24mm, ISO100, f/8, 1/160s

 17mm (pequeno crop), ISO100, f/11, 1/200s

 38mm, ISO100, f/11, 1/200s

sexta-feira, 21 de março de 2014

Ensaio ao Ar Livre

Vou aproveitar mais uma pausa nos tópicos de revisão técnica para postar a minha última jornada fotográfica com a minha modelo preferida. No último fim de semana, resolvemos fazer umas fotos em comemoração ao aniversário de 1 ano que se aproxima. Já queria fazer uma sessão desse tipo há algum tempo e acho que foi uma ótima oportunidade de aprendizado. Há alguns pontos de preparação que são muito importantes e que, por mais que se leia sobre o assunto, apenas tendo a experiência prática que o fotógrafo vai chegando ao que se aplica a sua situação e estilo de fotografar. 

Em primeiro lugar, por falta de conhecimento sobre o horário de funcionamento do parque, acabamos indo cedo, um pouco depois das 15:00h, em vez de ir depois das 16:00h, quando seria possível ter uma luz de sol mais suave, além de fazer menos calor. Isso será o primeiro ponto que tentaremos contornar numa próxima empreitada. Mas, como para quase tudo na vida existe um lado positivo, serviu de experiência para quando realmente não for possível realizar o ensaio mais tarde.

A outra parte difícil é decidir os equipamentos e acessórios para levar. Neste ponto, acabei levando muita coisa, pois não sabia exatamente do que iria precisar. Acabei usando apenas a câmera com uma das lentes. Mas, nem tudo foi por falta de necessidade, mas também por falta de um assistente. Como só estávamos eu e minha esposa, ela ficou ocupada com a criança e não houve possibilidade de me auxiliar. Talvez isso funcione quando a criança já for mais independente.

Então, vou listar um breve resumo do que consegui tirar de experiência do evento:

Horário - Se possível, opte por um horário cedo na manhã ou mais ao fim da tarde, tanto pela luz do sol, quanto por questões de temperatura ambiente (em casos de locais quentes). Em muitas situações, por ser um parque com muitas árvores, havia sombra sobre a criança, enquanto o fundo estava extremamente iluminado. Ou, em outras situações, um feixe de luz entre as folhas das árvores lançava uma luz dura sobre a criança.  

Acessórios - Em um ensaio ao ar livre, não me preocuparia em acessórios de iluminação para flash, como tripé e sombrinha difusora, pois geralmente há luz natural suficiente. Nestes casos um rebatedor funciona melhor. Em todo caso, é essencial ter alguém que fique livre para ajudar com os acessórios. Poderíamos ter utilizado rebatedor em algumas das fotos, mas faltou uma terceira pessoa para nos ajudar.

Lentes - Uma lente zoom normal de boa qualidade dá conta do recado e ainda evita a necessidade de trocas de lentes ao ar livre, o que pode expor o sensor da câmera a poeira. Porém, gostaria de ter utilizado a GA para perspectivas diferentes. Para quem possui duas câmeras, é mais tranquilo para deixar uma lente em uma e outra em outra. Para quem conta apenas com um corpo, a dica é ter paciência e planejar a sessão por ângulo de lentes para minimizar a necessidade de troca em campo.

Assunto - Fotografar crianças é bastante desafiador, mas muito gratificante. No nosso caso, a bebê ainda não caminha, então nos limitou um pouco em termos de liberdade. O objetivo, então, foi tentar pegar os momentos de maior expressão de espontaneidade para conferir graça e alegria às fotos.

Ajustes - Como crianças nessa idade movimentam-se de maneira aleatória e imprevisível, procurei manter uma velocidade alta, sempre acima de 1/125 ou 1/250, para congelar eventuais movimentos. O foco foi deixado em AF-C - com área de 9 pontos, modo de medição de exposição pontual e modo burst para fazer algumas fotos por segundo para aumentar a chance de um bom resultado. Também, para minimizar problemas de profundidade de campo, a abertura ficou sempre acima de f/4 (tentei algumas com f/2.8 para tentar acentuar o bokeh). Isso levou a ter que usar ISO acima da base 100, chegando a 1600 em algumas fotos.

Pós Processamento - É a etapa de acabamento da foto. Não é usar Photoshop para ajustar o que saiu errado, mas fazer a revelação digital. Como as fotos foram tiradas em RAW (dados crus da máquina, sem compactação para jpeg), fiz uso de um programa de conversão. É onde podemos fazer pequenos (ou grandes) ajustes para que a foto fique do jeito que queremos, mas sem modificar os seus elementos. Ainda não tenho um estilo definido para tratamento das fotos, por isso acabei fazendo algumas mais neutras e outras um pouco mais coloridas para testar.

Depois de toda a conversa, mostro abaixo algumas fotos para dar uma ideia de como ficou o resultado.

32mm, f/4, 1/125s, ISO 800

50mm, f/4, 1/125s, ISO 1600

50mm, f/4, 1/250s, ISO 800

50mm, f/4, 1/250s, ISO 800

50mm, f/4, 1/125s, ISO 500

35mm, f/4, 1/320s, ISO 400

44mm, f/4, 1/500s, ISO 400

50mm, f/4, 1/250s, ISO 400

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Fevereiro. Já?

O ano mal começou e já estamos em Fevereiro! Passou tão rápido que nem deu tempo preparar um post para o blog no mês de Janeiro. Eis que, depois de um mês pouco produtivo em termos de fotografia, consegui realizar uma saída fotográfica semi planejada. Digo semi, pois apesar de ter verificado algumas informações com antecedência, como tempo, localização geográfica que queria visitar e sobre nascer e por do Sol e da Lua, acabou sendo uma visita rápida, realizada no meio da tarde, entre 13:00h e 16:00h. Como não havia companhia para o passeio, resolvi não arriscar horários de pouca luminosidade.

Mesmo assim, o passeio foi bastante proveitoso para voltar a fazer fotos principalmente, mas também para conhecer melhor o lugar para um futuro retorno e praticar algumas técnicas. Foi a primeira vez que utilizei o polarizador circular que já estava em mãos desde o final de Agosto do ano passado e finalmente aprendi como utilizar a ferramenta de clone do GIMP para tirar as manchas de poeira no sensor (ou na lente, ainda não descobri ao certo). A partir deste video no Youtube, foi possível corrigir as imagens. Agora é aprofundar um pouco mais no assunto para ver se descubro uma maneira mais prática.

Então, falando brevemente sobre o planejamento, comecei com algumas buscas no Google sobre o que havia de interessante na cidade em termos de natureza e a região serrana pareceu-me muito atrativa. O tempo está muito limpo esses dias, sem sinal de chuva, o que facilita bastante as coisas. Como a intenção inicial era conseguir fotografar o nascer do sol, que é uma das minhas metas ainda não realizadas, utilizei um programa que gosto muito e que nos permite visualizar os horários de nascer e por do sol e da lua, assim como as fases desta e ângulos de incidência em qualquer lugar do mundo. Para quem ainda não conhece, acho interessante visitar o site do The Photographer's Ephemeris. É gratuito para desktop e tem versões pagas para smartphones e tablets. É bem simples e intuitivo de se utilizar e requer apenas que se instale o Adobe Air.

Tela do TPE - The Photographer's Ephemeris

Com o objetivo de estar preparado para fotos de paisagem, algo imprescindível é o tripé. O uso de filtros ND graduados foi também previsto, pois pretendia tirar fotos do nascer do Sol e seria uma ótima forma de balancear a luz in loco, sem precisar recorrer a técnicas computacionais. Porém, efetivamente durante o passeio foram utilizados, além da câmera e da Tamron 17-50mm, um filtro polazirador B+W 77mm Kaesemann, um adaptador para o diâmetro da lente, B+W 72-77mm Step-Up Ring, e um tripé simples Sony VCTR640 Light Weight. Em alguns momentos, com o vento, senti que um tripé mais robusto e estável pode fazer diferença.

É importante também estar preparado em relação a alimentação e água. Como estava indo para uma locação próxima, apenas levei água, mas a depender da distância acho que seria um item a entrar na lista.

No pós processamento das fotos abaixo, foram feitos ajustes básicos de exposição, contraste e vibrancy. Fiz algumas fotos usando o recurso de bracketing também para treinar um pouco HDR depois, mas não estão entre as apresentadas abaixo. Quando conseguir algo positivo com esta técnica, certamente será assunto de um post aqui.

35mm, f/11, 1/30s, ISO 100

35mm, f/11, 1/125s, ISO 100

17mm, f/11, 1/80s, ISO 100

17mm, f/16, 1/3s, ISO 100

50mm (foi aplicado um crop), f/11, 1/25s, ISO 100

17mm, f/11, 1/125s, ISO 100

domingo, 1 de dezembro de 2013

Da Janela de Casa

Da janela de casa, seja da cozinha ou dos quartos voltados para o poente, é frequente observar-se um pôr do sol bonito de se ver. E, por ser uma locação urbana, ao mesmo tempo oferece uma série de dificuldades para se fazer uma boa fotografia. sempre tem um telhado ou um poste onde não devia, carros passando, árvores mal cuidadas, etc. Tudo isso atrapalha muito capturar o momento com a devida qualidade. Porém, algumas vezes não é possível conter o impulso de registrar o momento. Num momento logo após o sol se pôr, o céu toma cores incríveis. 

Telhados, árvores, postes e carros a parte, resolvi fazer uma pequena coletânea de registros desses momentos ao longo do último ano. Acredito que revisar o suas próprias fotos com olhar crítico é importante para evitar cometer os mesmos erros e ainda ver o que poderia ter sido feito melhor para ter em conta numa próxima vez. A janela também serve muito bem quando se está doido para bater uma foto e não se encontra tempo para sair de casa.

Assim, seguem as fotos com seus erros e acertos feitas a partir das janelas daqui de casa.

20/11/2012, 100mm, f/8, 1/20s, ISO 800 

20/11/2012, 110mm, f/8, 1/15s, ISO 800 

08/12/2012, 200mm, f/13, 1/4s, ISO 100  

04/05/2013, 65mm, f/22, 1s, ISO 800

04/05/2013, 75mm, f/22, 15s, ISO 200 

29/11/2013, 38mm, f/11, 1/60s, ISO 320 










29/11/2013, 32mm, f/8, 1/80s, ISO 320 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Retratos (Portraits)

Fotografia é um hobby que tem uma grande característica em comum com o esporte: o praticante sempre busca melhorar o seu desempenho e o progresso depende de aptidão e dedicação. E, ao longo do progresso coisas podem mudar dentro do hobby, principalmente quanto às preferências estéticas e de assunto fotografado. Para quem nunca foi um pouco mais a fundo no assunto, existem muitos estilos fotográficos, cada um com suas peculiaridades e sua definição pode ser bastante clara e de fácil diferenciação como fotos de paisagem e/ou retratos, ou que geram divergência de aceitação entre os fotógrafos, como definir o que vem a ser fotojornalismo ou street photography.

Apenas para dar uma ideia da diversidade de estilos e assuntos na fotografia, listo abaixo as variedades abordadas por Tom Ang em seu livro The Complete Photographer (O Fotógrafo Completo):
  • Portrait Photography (Retrato);
  • Landscape Photography (Paisagem);
  • Fashon and Nude Photography (Moda e Nudez);
  • Wildlife and Nature Photography (Vida Selvagem e Natureza);
  • Sports Photography (Esporte);
  • Documentary Photography (Documentário);
  • Event and Milestone Photography (Evento e Data Importante);
  • Travel Photography (Viagem);
  • Architeture Photography (Arquitetura);
  • Fine Art Photography (Finas Artes);
Certamente, aprofundando-se mais na literatura fotográfica será possível encontrar outras classificações, cada uma com a sua característica.

Resolvi escrever sobre isso hoje porque, em meio a todos esses nuances da fotografia, venho observando uma mudança gradual na minha predileção por estilos e assuntos. Quando me interessei neste hobby, após ter, por acaso, comprado uma Sony HX1, tinha clara preferência por fotografia de paisagens. Acreditava que era a melhor maneira de se expressar artística e esteticamente, mostrando a beleza do mundo em que vivemos.

Porém, ao longo desses últimos dois anos, principalmente após o hobby tomar mais força a partir da D7000 a um ano atrás, essa preferência explícita por fotografia de paisagens foi, cada vez mais, dividindo espaço pelo gosto por retratos. Após as considerações neste excelente post no forum Mundo Fotográfico (aqui), pensei um pouco a respeito do assunto e acho que isso pode ser explicado por alguns motivos:

O fato de ser o "fotógrafo" do grupo de amigos, que está sempre preparado nos eventos do círculo;
A pouca disponibilidade de tempo para desbravar a natureza em busca de paisagens estonteantes;
A satisfação em ver que a pessoa gostou da foto tirada e se sente bem com ela;
E, também, o nascimento da minha filha, que virou objeto principal dos meus retratos.

Assim, nada mais justo do que postar fotos das minhas modelos para finalizar este post!

38mm, f/4.0, 1/250s, ISO 100

50mm, f/4.0, 1/250s, ISO 100

50mm, f/4.0, 1/250s, ISO 100

50mm, f/4.0, 1/250s, ISO 100

sábado, 5 de outubro de 2013

Flash Fora da Câmera

Em livros de fotografia, artigos e textos de blogs não é incomum encontrar a definição de que fotografia significa, literalmente, desenhar com a luz. Geralmente, tal definição é citada quando se fala sobre iluminação. E, este tema inclui o uso da luz natural e modificação da mesma de modo que sirva ao nosso objetivo final e, também, o uso de luz artificial, sua modificação e balanço com a luz natural existente. Particularmente, acho um dos temas mais complexos em fotografia, principalmente quando não se tem a estrutura de iluminação de um estúdio às mãos.

Na minha jornada de aprendizado de fotografia, um assunto que tenho bastante interesse e que ainda não domino bem é justamente o uso da luz. Mais especificamente, o domínio do flash speedlight quando ele é a única fonte de luz artificial disponível. Por tudo o que vemos de exemplos na internet, trata-se de uma ferramenta incrível para obter bons resultados com pouca estrutura de iluminação.

Esta semana conheci o blog Strobbist, bastante famoso na web, em que o blogueiro dedica-se a ensinar os fotógrafos iniciantes a extraírem o melhor resultado do seu flash speedlight usando-o fora da câmera, ou seja, deslocado da sapata de flash da câmera. Já havia experimentado a opção de usar o flash fora da câmera anteriormente, logo quando comprei os equipamentos, o que foi muito fácil devido ao Creative Lighting System (CLS) da Nikon, que permite que suas câmeras comuniquem-se com os seus flashs remotamente via wireless de maneira muito simplificada. Com uma busca no google é possível ver mais sobre este sistema, que entrou na lista de motivos para ter escolhido a Nikon entre tantos sistemas disponíveis.

Há alguns dias planejávamos fazer um ensaio com a nossa filha aqui em casa, usando o nosso quarto mesmo como base. As fotos são, hoje, a melhor maneira de mantermos nossa família e amigos a par do crescimento da nossa bebê. Eu, como bom fotógrafo amador que sou, não poderia deixar passar a oportunidade para tentar algo novo. 

Assim, a ideia foi colocar o flash no tripé da câmera para deixá-lo em uma posição mais elevada, direcionando a sua ponta para a parede lateral do quarto, de modo que ficasse inclinado +/- 45 °, apontado para a parede e o teto para reflexão sobre a bebê do lado oposto ao que entrava luz pela porta da varanda. Ao longo da sessão fomos movimentando a criança sobre um cobertor marrom na cama, para servir de fundo, e movimentando a câmera de acordo.

Abaixo mostro um esquema aproximado do posicionamento dos elementos no quarto durante a sessão, assim como algumas fotos exemplificando o resultado final. A escolha do cobertor e do figurino ficou por conta da mina esposa.

Esquema aproximado utilizado na sessão.

Exif: 35mm, f/4, 1/60s, ISO 200

Exif: 50mm, f/4, 1/60s, ISO 200

Exif: 40mm, f/4, 1/60s, ISO 200

Exif: 50mm, f/2.8, 1/60s, ISO 200

sábado, 17 de agosto de 2013

Serra e Lightroom

Há alguns finais de semana, aproveitei um passeio à serra para tentar tirar algumas fotos de paisagem. E, como sempre, a parte mais difícil é traduzir nas fotos o que você está vendo, assim como a sensação. Uma coisa que aprendi é que, além de muito difícil, nem sempre é possível fazer uma boa foto, mesmo estando em um local muito bonito. Existe influência do horário, da luz, do tempo. Enfim, inúmeras variáveis sobre as quais não temos controle e, por isso, é necessário esforço e paciência. Como tempo nem sempre está disponível, temos que tentar aproveitar o momento.

No passeio, as fotos das pessoas e ambientes fechados acabaram ficando melhores, mas não é o foco aqui. 

Resolvemos voltar por dentro da serra em vez da rodovia asfaltada para aproveitar melhor a paisagem. Apesar do carro, foi ma ótima experiência saber que existe lugar tão agradável pertinho da cidade. No caminho, fomos parando para tirar algumas fotos com e sem pessoas.

No post de hoje, colocarei algumas fotos da paisagem do caminho, que imagino poderem dar uma boa noção do nosso percurso. As condições de luz não eram ideais, pois era perto de meio-dia e estava bastante claro, apesar de nublado. Fiquei imaginando como teria sido diferente ao amanhecer ou entardecer. 

Ainda em fase de teste de softwares, após o uso do Dxo Pro Optics 8, resolvi testar o Adobe Lightoom 5, que está entre os mais populares entre os fotógrafos. Os seus ajustes pré-definidos funcionam bem para quem tem pouca experiência com pós-processamento (como eu) e alguns ajustes de tons e cores estão bem fáceis de usar e entender. Tentei até fazer um jogo com tons roxos e verdes nas luzes e sombras respectivamente. O resultado pode ser conferido abaixo. Em contrapartida, os ajustes automáticos do Dxo baseados nos perfis de lente e sensor já oferecem um excelente ponto de partida para o tratamento das imagens. O ideal seria usar os dois.





quinta-feira, 4 de julho de 2013

Família no Sítio e DXO

Seguindo a tendência de fotos de família a partir da chegada da nossa filhota, venho com mais um post com fotos dela. Dessa vez, sempre ao lado da mãe. A ideia foi aproveitar o cenário de um sítio que visitamos no final de semana para fazer umas fotos legais para enviar à família. Além disso, foi uma boa oportunidade de por em prática os conceitos fotográficos e ir fazendo testes para consolidar o que a teoria diz: ISO baixo, diafragma aberto e velocidade maior possível para manter a nitidez. Acertar o foco também é essencial, mas algo que ainda vacilo vez ou outra.

Em um cenário com luz natural, sem elementos para controlar ou modificar a iluminação, é bem desafiador acertar a exposição, pois há a interferência das árvores, os reflexos nas folhagens da paisagem e ainda o reflexo da pele. Nisso o fotômetro da câmera ajuda bastante, mas pode confundir também, visto que a câmera mede a luz refletida. Normalmente, bato a primeira foto com algo aproximado e vejo se é preciso clarear ou escurecer mais a foto. 

Um outro ponto que não tenho muito conhecimento ainda é em relação ao pós processamento de imagem, que é fundamental em fotografia digital. Corrigir imperfeições inerentes a lente e sensor da câmera, além de ajuste em níveis de iluminação e cores são os ajustes mais comuns. Inicialmente, usava apenas o software fornecido junto com a câmera, o ViewNX2, que faz um bom trabalho, mas é dos mais limitados. Este mês, baixei o Dxo Optics Pro 8 para testar e estou gostando muito dos resultados. As fotos deste post já são com fotos tratadas nesse programa. Espero que gostem!

Exif: 50mm, f/4.0, 1/100, ISO 100

Exif: 50mm, f/4.0, 1/100, ISO 100

Exif: 50mm, f/2.8, 1/160, ISO 100

Exif: 50mm, f/5.6, 1/200, ISO 100

domingo, 9 de junho de 2013

Ensaio Bebê

O assunto mais fotografado por mim nos últimos dias é, certamente, a minha filha de pouco mais de 2 meses. Fotografar bebês, porém, é bastante desafiador e tem que estar bem atento ao foco e iluminação, além de contar com a boa vontade da criança. Portanto, é importante que a mãe esteja junto para ajudar a extrair boas reações enquanto se fotografa.

Recém-nascidos ainda não tem noção do que acontece ao redor e obter uma boa foto é realmente uma questão de tentar muito. Porém, a partir dos dois meses, o bebê já está mais consciente do que se passa ao redor, reconhecendo os pais e respondendo a pequenos estímulos. E, isso facilita bastante o trabalho do papai metido a fotógrafo!

Neste contexto, resolvemos hoje, minha e esposa e eu, fazer uma sessão de fotos com a pequena em nosso quarto, cuja parte dos resultados mostro abaixo.

Usei a lente Tamron 17-50mm f/2.8 VC e optei por usar f/4.0 para fechar um pouco mais a lente e ganhar em nitidez, pois como o fundo era neutro (ou pelo menos deveria ser, não fosse a cesta! - começamos a bater as fotos com a cesta atrás de mim, depois resolvemos mudar de lado e não nos atentamos ao "cenário". Enfim, mais uma pro aprendizado!) achei que não precisaria deixar a lente toda aberta.

Na pós, não fiz nada de mais mesmo: ajustei o WB e add um sharpness no próprio ViewNX 2 que veio com a câmera, mantendo o pricture control standard e converti para JPG. Estou me decidindo entre qual software começar a utilizar para melhorar os resultados.

50mm, f/4, 1/40s, ISO 400

44mm, f/4, 1/40s, ISO 400

24mm, f/4, 1/30s, ISO 640

 48mm, f/4, 1/30s, ISO 640

terça-feira, 2 de abril de 2013

Centro em Preto e Branco

No penúltimo dia de licença paternidade, surgiu uma oportunidade ímpar de estar no centro da cidade com a câmera em mãos. Entre o local de estacionamento e o consultório em que me encontraria com esposa e filha, aproveitei os 10 minutos de trajeto para fazer alguns registros, na tentativa de contar alguma história.

Estou lendo o livro The Complete Photographer, de Tom Ang, justamente na parte de Documentary Photography, em que ele aborda fotojornalismo. Combinado a algumas coisa que havia lido sobre Street Photography e Candid Photography, a ocasião pareceu uma grata oportunidade para colocar a teoria em prática, além de observar a reação das pessoas. Dessa experiência, em particular, achei muito desafiadora a tensão de estar com a máquina (pouco discreta para dizer o mínimo) em mãos em meio às pessoas na rua e o pouco tempo disponível. Para se ter ideia, quando tirava a última foto da série, passou um senhor irritado, dizendo que era proibido bater fotos nas ruas, que nem espiões podiam fazer isso... guardei a câmera e segui meu caminhando pra evitar problemas maiores.

A hora era 2 da tarde, com sol intenso, com luz dura, o que não costuma ser muito amigável para a fotografia. O tempo disponível também não era muito, devido à situação. Mas, dá para perceber como fotografar o centro da cidade com tempo e planejamento pode ser um bom projeto fotográfico.

Posto abaixo as fotos na ordem em que foram registradas:

Fraternidade

Exclusão

Cárcere

Agitação urbana